MEU NOVO ENDEREÇO É :

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Escrito por Valmir Guedes Júnior às 17h03
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Escrito por Valmir Guedes Júnior às 16h47
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Escrito por Valmir Guedes Júnior às 11h17
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A EMOÇÃO DA ENCENAÇÃO DA PAIXÃO, MORTE E RESSURREIÇÃO DE CRISTO

Ontem, após a procissão do N. Senhor Morto, por volta das 21:00h, centenas de fiéis acompanharam a encenação desta tradicional peça, ao lado da Matriz Santo Antônio dos Anjos. Um palco foi armado e a platéia também interagiu com os atores, acompanhando de perto as históricas cenas.

Grupo de Teatro Asas da Liberdade, com cerca de 50 figurantes foi quem apresentou a peça, muito bem encenada, que arrancou lágrimas de muitos cristãos presentes.

No final, os atores foram muito aplaudidos e o diretor do Grupo, Everton Guedes, com a esposa Soraia, agradeceu às inúmeras pessoas e empresas de nossa cidade que colaboraram para o sucesso do evento.

Daqui deste canto fica um abraço ao meu irmão Everton e a Soraia, e demais atores pelo belo espetáculo proporcionado.



Escrito por Valmir Guedes Júnior às 09h37
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DUAS INTELIGENTES PROFESSORAS

Fomos ao super-mercado hoje pela  manhã (ontem estava impossível, as filas eram quilométricas) e encontramos diversos lagunenses.

Entre eles as irmãs Medeiros Bianchini, Eliane e Zita, professoras do Grupo Escolar Jerônimo Coelho, formadoras de algumas gerações de alunos.

Como é bom conversar com gente inteligente, bem informada e agradável.

Além da simpatia de Eliane e Zita (enquanto o Antônio Rodrigues-Toninho aguardava no carro, coitado, com todo o calor que está fazendo), colocamos o papo em dia (que quando lagunense da gema se encontra, sai de perto...a conversa atravessa gerações).

Eliane e Zita, duas mulheres batalhadoras, que venceram na vida, sem as facilidades oferecidas nos dias atuais. E aí é de lembrar o chamado Cine Poeira, (O nome é esse mesmo, situado na rua Pinto Bandeira (rua das cozinhas),  do avô das duas, seu Epifânio, pioneiro na sétima arte na Laguna. Depois Cine Roma, situado na “Paixão”.

Não podemos esquecer da progenitora das duas, d. Heracília Medeiros, belo exemplo de mulher que foi à luta  com todas as adversidades que a vida sempre nos oferece.

Vai daqui, meu e da Julita, um grande abraço e beijo nas duas.

Escrito por Valmir Guedes Júnior às 14h05
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O Pepinha

 

Luiz Paulo dos Reis é personagem na história do carnaval. Rei no nome e estrela solitária, brilhando em seu pequeno mundo.

Pepinha, como é conhecido, é a imagem do último folião lagunense. Folião de Semana Santa, Procissão de Corpus Christi, Santo Antônio, Semana da Pátria e Quarta-Feira de Cinzas... O encontrei agora mesmo, na rua Pinto Bandeira (rua das cozinhas) aguardando a Procissão do Nosso Senhor Morto.

Era craque de bola, mas trocou o Metropol pelo palco da avenida. Nunca mais voltou ao futebol.

Sem o, digamos, combustível etílico, é um sujeito tímido, passa aqui por casa e nem fala. Pedala calmamente sua bicicleta, irreconhecível.

Quando menos se espera, surge no meio da rua, sob à luz do samba, cantando, cantando...

Era Brinca-Quem-Pode, mas há muitos anos quando ouviu o Helinho cantar um então samba enredo, sucesso da Vila Isabel, trocou de Escola. Desde então seu repertório ficou exclusivo. Indivisível. Individual. Único. De uma nota só.

Cá pra nós, leitor, quem sabe não sejam lembranças de um amor de outrora, de uma sinhazinha utópica criada não pela sua mente, mas desejada pelo seu coração?

Nunca saberemos.

Vá, folião Pepinha, canta, sorria, samba, seja eterno no teu único verso:

“VEM CÁ, SINHAZINHA, VEM CÁ”.



Escrito por Valmir Guedes Júnior às 12h50
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NOTA DE FALECIMENTO +

Está sendo velado no necrotério municipal da Laguna, Luiz  de Souza Flora (mais conhecido por Giri). Funcionário do INSS por muitos anos e membro da diretoria da S.R. 3 de Maio. Sepultamento ocorre nesta sexta-feira (14/04), pela manhã.



Escrito por Valmir Guedes Júnior às 18h55
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Laguna já teve fábrica de cigarros

 Cada um dos itens que relacionei, sobre fatos e pessoas da Laguna, há alguns dias, com certeza daria uma bela crônica. Alguns mereciam até livros com histórias romanceadas e policiais. Quero, com o tempo, se possível, falar sobre cada item.

O item 61 fala sobre os cigarros Sarita, Bocanegra, Alaska e Nevada, de fabricação lagunense, da firma Euzébio Nunes & Cia.

Diz o meu amigo ex-bancário Antônio Carlos Marega, misto de colecionador, historiador auto-didata e contador de “causos”, que a firma funcionou naquele casarão ao lado do Museu. Os cigarros foram produzidos e muitos testaram o produto, visando seu aprimoramento.

Mas um desentendimento entre os sócios acabou com a fábrica lagunense. A produção foi jogada num lixão, atrás do campo do Lamego. Alguns maços foram salvos. A foto acima foi me cedida pelo Marega, e traz três marcas, das cinco.



Escrito por Valmir Guedes Júnior às 14h03
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Escrito por Valmir Guedes Júnior às 11h30
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OBRAS DE RETIFICAÇÃO DO MOLHE SUL CONTINUAM

 

Os guindastes e tratores estão trabalhando como nunca nas obras de retificação do molhe Sul, no porto da Laguna. Operários, engenheiros, técnicos e máquinas estão no local. O movimento é grande.

Diariamente também podemos ver vários lagunenses naquele platô onde fica o farolzinho de sinalização, no lado Norte, contemplando, espiando e testemunhando os trabalhos. Cada grande pedra retirada é meio que comemorado.

A verdade é que a torcida é geral, queremos a realização desse grande sonho, sonho e luta que atravessou gerações.

Já esteve mais longe, me disse um. É verdade. Desde os fins da década de trinta que nunca se mexeu, se removeu uma mísera pedra do local. As promessas ao longo dos anos sempre foram muitas. Aqui estiveram políticos e autoridades das mais variadas correntes, dos mais diversos partidos. Muita gente se elegeu levantando essa bandeira, de vereador a senador da República, ganhando nossos preciosos votos, mas bastava ser eleito para esquecer rapidinho, riscar do seu mapa o município de Laguna, e nossas reivindicações.

Obras iniciaram em 1903

As obras dos Molhes iniciaram, vejam só, no recuado ano de 1903. Demoraram mais de 40 anos para ser concluídas.

Não seguiram o projeto original feito pelo engenheiro Calheiros da Graça que recomendava a não construção do molhes Sul e o não afastamento das águas dos dois morros que exercem uma  proteção natural. Seu projeto original traçava que o Molhes Norte deveria ser em direção à Ilha dos Lobos!

Muitas trocas e trocas depois, de engenheiros e projetos, interesses mil, culminaram com a construção dos Molhes em forma de tenaz. Um estrangulamento artificial que provoca assoreamento da boca da Barra que dificulta a entrada de navios de maiores calados, e a não oxigenação das nossas Lagoas.

Mas as obras estão sendo realizadas, é o que se constata. E oxalá  possamos testemunhar o fim dos trabalhos com a realização, enfim, desse grande sonho lagunense.

 



Escrito por Valmir Guedes Júnior às 11h19
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MAIS DE 200 ACESSOS EM UMA SEMANA

 

Para um blog recém-nascido, com apenas uma semana de vida, ainda sendo amamentado, é um número muito bom. Foram diversos e-mails de retorno, alguns postados diretamente no Blog, outros enviados para minha caixa postal. Diversos deixaram seus recados e sugestões, sempre bem-vindas. Vários foram os telefonemas. A Julita também fez um  bom trabalho, entrando no orkut e sugerindo a leitura do blog para muitos.

Na medida do possível vou citar todos que mantiverem contato, anotando e agradecendo os comentários que já ficaram registrados de:

 

a) Denise Pacheco Lopes, lá de Gravataí-RS, sempre bem humorada;

 

b) De Carlinhos Araújo Horn, dando aquela força, ele que é um lutador pela nossa Banda Carlos Gomes, e filho do saudoso Carlos Horn, um competente técnico, amigo do meu pai. Seu Horn foi um baluarte na implantação e manutenção das repetidoras de televisão de nossa cidade, uma época jurássica da comunicação que as gerações mais novas nem imaginam. Durante muitos anos foi o responsável técnico da Rádio Difusora. A imagem do seu Carlos Horn sempre me vem à mente, conversando na oficina de meu progenitor sobre peças, consertos e novidades na área;

 

c) Da professora Ellen Kfouri, filha do saudoso Édilo Kfouri que muito lutou por nossa cidade, proprietário da Loja Líder, e um dos baluartes pela implantação do nosso Corpo de Bombeiros, bandeira que levantou durante muitos anos; Ellen com toda sua camaradagem e amizade característica, indicou o blog para seus inúmeros familiares e amigos;

 

d) Ellen Schneider Goulart, que deu sugestões de alguns nomes, que foram acatados e inseridos no texto. Ellen é filha do casal querido Maria Alayde e Itanê Schneider, e irmã do boa praça Éden  Schneider.

 

O bom do blog ou site é essa possibilidade instantânea, on-line, de a qualquer momento você entrar no texto, acrescentar, corrigir, excluir, alterar.

É uma ferramenta excelente, mas penso que também meio assustadora pelo menos no meu caso que sou de uma outra geração, onde radinho de pilha e calculadora de bolso foram exemplos de revolução tecnológica.

Fica meio que parecendo àquele personagem de George Orwel, o Winston, no romance “1984”, cuja tarefa principal era  reescrever a história, alterando e apagando o que não interessava ao sistema totalitário, ao grande irmão, o verdadeiro Big-Brother. Mas isso são pensamentos paralelos, devaneios meus.

O fato é que a net está em nossas vidas de uma maneira irremediável, inescapável, e com ela a velocidade desses nossos dias que passam cada vez mais rápidos (ou passamos por eles?). Sei lá.

Por ora, é isso aí.



Escrito por Valmir Guedes Júnior às 11h37
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Troféu Mocorongo (Parte I)

 

Dia desses recebi de um amigo um texto que andou circulando muito por Florianópolis ano passado. O escrito enumerava uma série de requisitos e dizia que para ser um autêntico mané da Ilha de Santa Catarina o candidato teria que preencher pelo menos 80% do solicitado.

Pensei bem e resolvi fazer uma variante daquele texto, enumerando também uma série de pré-requisitos para ser um autêntico lagunense.

O odontólogo, pescador, pintor e escritor Márcio José Rodrigues um dia em conversa, me disse que deveríamos criar em nossa cidade um troféu que poderia chamar-se, dizia ele, Troféu Mocorongo (hehehe) e que serviria para homenagear lagunenses e lagunistas que verdadeiramente amam essa terra e que não necessariamente precisariam ter nascido aqui.

Só teriam que conhecer um pouco da nossa realidade atual, história, passagens e personagens da nossa terra. Acho que 80% de conhecimento e vivência são muito, como em Floripa. Penso que 50%, no caso de Laguna, já seriam suficientes.

Vou dividir em capítulos, em partes, no blog, sem seguir uma ordem cronológica, porque o texto é meio longo, mas penso que interessante.

Então, para receber o Troféu Mocorongo, o sujeito precisaria:

Escrito por Valmir Guedes Júnior às 07h18
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 PARTE (II)

1)      Ter nascido na Maternidade do nosso Hospital Bom Jesus dos Passos. Serve parto em casa pelas mãos, lógico, de uma parteira. Se for a Maria Macarini, melhor ainda;

2)      Falar tão rápido,deixando o coitado que te ouve meio tanso;

3)      Gostar do cheiro das bancas de peixe do Mercado Público e das casinhas fora dele. Nada de tapar o nariz pra comprar camarão;

4)      Pescado siri nas areias do Mar Grosso, com um pedaço de pau;

5)      Ter ajudado a fazer ou ter dançado no boi de mamão;

6)      Ter se vestido de mascarado e corrido atrás das moças no pré-carnaval;

7)      Ter tomado banho nas águas da Lagoa Santo Antônio (cais da cidade) sem medo de pegar pereba;

8)      Ter saboreado picolé de butiá ou sorvete de uva na Miscelânea;

9)      Ter comprado nas vendas, armazéns, do seu Edú Barreiros, Lídio Correia, ou Kotzias: bala azedinha, pé de moleque, cocada, bala-americana, puxa-puxa, quebra-queixo, maria-mole, pirulito de galinho ou do zorro;

10)  Biju de mandioca assado em braseiro;

11)  Comprado o xarope p/tosse Phimatosan, ou pílulas de vida do dr. Ross, nas farmácias do seu Waltinho, do Cid Cecconi Costa, do Ablair Pereira e do Aurélio Roberge;

12)  Ter curtido um baile de carnaval no 3 de Maio, no Congresso, no Blondin , no Anita, no Ideal ou União Operária. No Clube 3 de Maio pular as cinco noites; e no Congresso dar a volta no Jardim com a orquestra, no fim do baile;

13)  Ter visto ou desfilado nos blocos “Pingos” e “Respingados”, “Pavão Branco” e “Bambo”. (Essa é muito antiga, das difíceis e pouca gente vai assinalar);

              14) Ter colecionado álbum de figurinhas, Perdidos no Espaço, Jogadores de Futebol, Mundo Animal;

Escrito por Valmir Guedes Júnior às 07h17
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PARTE (III)

15)    Juntado caquinhos após a procissão do Corpus Chisti;

16)    Brincado de mandrake, bilboquê,(que chamamos biloquê), bolinha de gude e  pião;

17)    Caçado passarinho nos nossos morros e armado muita arapuca;

18)    Colecionado as embalagens de maços de cigarros;

19)    Torcido pelos blocos “Toureiros”, do Blondin; e “Damas Antigas”, pelo Congresso. (Outro item também das antigas);

20)  Ter assistido desfile de blocos e de carros alegóricos e mutação na rua Jerônimo Coelho, ao redor da Praça Vidal Ramos (Jardim);

21)  Freqüentado o Café Tupi, Night-and-Day, depois Monte Carlo, Bar Brigitte e Bascherotto, tomado cafezinho e discutido sobre política, futebol e mulher (não obrigatoriamente nessa ordem);

22)   Dirigido ou apreciado os carros de uma época: Olds Móbile, Pontiac, Studbaker, Buik;

23)   Corrido dos fogos de artifício (principalmente as temidas flechas) na procissão de Santo Antônio dos Anjos;

24)  Ter assistido filmes nos cines Poeira, Arajé, Palace, Central, Roma e Cine Mussi. Neste último entrar sem pagar e enganar a idade para o porteiro Gilson (Máquina 7). Se esconder da luz da lanterna do Waldemar (bagrinho);

25)  Testemunhado os incêndios do antigo Mercado Público e Theatro Sete de Setembro;

26)  Corrido para praia do Gy para ver o navio Malteza encalhado;

27)  Ter visto carnaval com o Rei Momo, primeiro e único, Tonico Fortes, com sua coroa de lampadinhas pisca-pisca;

              28) Ter torcido ou desfilado pelo Bola Branca, Bola Preta, Bola Azul, Bola de Ouro, Bloco dos Inocentes, Bloco da  Vitória, Bloco dos Brotinhos (por onde andam?), ou Escola de Samba Bem Amados;

Escrito por Valmir Guedes Júnior às 07h16
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              (PARTE IV)

                29) Saído vestido de mulher no Bloco da Pracinha.(Esse ainda dá tempo);

                30) Adorar vento nordeste;

31)  Ter torcido pelo Barriga Verde e Lamego em seus estádios. Vibrado pelo LEC no campeonato catarinense de 2ª divisão.

32)  Acompanhado os jogos do campeonato amador no campinho do Magalhães, aos domingos. Chupado muita laranja e bebido água na caneca de alumínio no poço da casa da dona Adalgisa;

33)  Assistido os campeonatos de remo na Lagoa Santo Antônio, dos atletas dos Clubes Náuticos Paulo Carneiro e Lamego;

34)  Atendido pelos médicos Drs. Paulo Carneiro, Aurélio Rótulo, Ângelo Novi, Miranda, João Romão;

              35) Conhecido (pelo menos dois deles): Abelardo Calil Bulos, José, Manoel e Agenor Bessa, José Paulo Arantes, Pe. Gregório Wermeling, Pe. Claudino Biz, Arquimedes Faria, Luiz Remor, Osmar Cook, Manoel Américo de Barros, Joca Baião, Pompílio Pereira Bento, Júlio Barreto, Carlos Horn, Júlio Teixeira, Walter Brandl da Rosa, Renato e Nail Ulysséa, José Duarte Freitas, Osmar Lopes, Carlos Bessa, Édilo Kfouri, Francisco Pinho, Álvaro Silveira, Francisco Barreiros Pestana, Almiro Bacha, Almir Silveira(Miro), Álvaro Sebolt, Ely Caetano, Jorge da Santinha, Paulo Calil, Willy Stracke, Joana Daux Mussi, Antônio Baião, Acary Fiuza Lima, Olympio Pacheco Reis, João Nunes Netto, Júlio Barreto, Júlio Marcondes, Léa Zanella Nunes, Nilton Ulysséa Ungaretti, Juarez Guedes Rosa, Francisco Carlos Cabral Nunes, Prezalino Lopes, Alceu Medeiros, Luiz Carlos Cabral Nunes, Mário Remor, Alfino Medeiros, Nildo Ulysséa, Jairo Viana; e outros tantos que já estão citados nos demais itens; e muito mais que, infelizmente, acabamos involuntariamente omitindo, mas que continuam em nossas páginas da memória e na memória de muitos cada vez que a folheamos;

Escrito por Valmir Guedes Júnior às 07h15
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